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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O que é relactação?


Muito interessante este artigo que esclarece o que é relactação e lactação induzida, vale a pena conferir:
Se, por algum motivo, você deixou de amamentar e quer voltar a dar o peito, conheça o método que torna esse desejo realidade.
Voltar a amamentar é possível? Conversamos com a enfermeira Grasielly Mariano, do Núcleo de Ensino e Pesquisa em Aleitamento Materno da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (NEPAL-USP), e ela garante que sim, que tem como voltar a dar o peito. Conheça a relactação, técnica que tem ajudado muitas mulheres a produzir leite para os seus bebês - sejam eles biológicos ou não. 
1. Relactação é um termo desconhecido para a maioria das mulheres. O que significa?
Relactar é um termo utilizado para mulheres que já amamentaram em algum 
momento da vida e querem voltar a produzir leite para alimentar um bebê, 
seja ele biológico ou não. A relactação é muito comum em algumas comunidades 
africanas, onde as mulheres se disponibilizam a amamentar bebês e crianças 
órfãs. Por vezes, o leite materno é a única fonte de alimento para essas crianças.
2. Qual a diferença entre relactação e lactação induzida?
A relactação é praticada por uma mulher que já amamentou. A lactação induzida 
é um termo utilizado para estimular a produção de leite em 
mulheres que nunca amamentaram, como em casos de adoção. 
Definitivamente, é possível uma mulher amamentar um bebê adotivo, 
embora seja preciso muita motivação e orientação de um profissional 
especializado. A técnica é a mesma, tanto na relactação quanto na lactação 
induzida, mas, nessa última, pode ser necessário o auxílio de galactogogos - 
medicações e ervas capazes de estimular a fabricação do hormônio prolactina -, 
que induz a produção de leite na glândula hipófise. Um bom planejamento 
para as estimulações das mamas também é fundamental nessa situação.
3. Em que casos a relactação é aconselhada?
As indicações são muitas. Veja algumas delas:
- Mulheres que não puderam amamentar seus bebês, logo após o nascimento, 
por internação materna ou do bebê;
- Bebês com alergias alimentares, como ao leite de vaca, após o desmame;
- Bebês relutantes a sugar a mama da mãe;
- Mulheres que apresentam alguns casos de hipogalactia, que é a 
diminuição da produção de leite materno;
- Diante das dificuldades iniciais da amamentação, algumas mamães 
deixam de oferecer o peito, por falta de orientação profissional, desmotivação 
ou influência de terceiros, mas podem ser beneficiadas com a relactação;
- Há mães que simplesmente não produzem colostro por dias, após o 
nascimento do bebê. Aí, é necessário complementar a alimentação com 
fórmula infantil que, nesse caso, pode ser oferecida de maneira que estimule 
a criança a sugar, também, as mamas, induzindo a relactação.

4. É possível que uma mulher que parou de amamentar volte a produzir leite?
Sim, totalmente possível. A estimulação das mamas, manual, elétrica 
ou por meio da sucção do bebê, favorece a produção de leite, entre 
15 e 45 dias após o início da intervenção.

5. Como funciona a relactação?
Uma sonda do tipo nasogástrica nº 4 ou uma de aspiração - facilmente 
encontradas em casas de materiais cirúrgicos - tem suas pontas cortadas 
e aparadas. Uma das extremidades é fixada, com fita hipoalergênica, ao 
mamilo da mulher e a outra é mergulhada em um recipiente com leite humano, 
que pode ser obtido em um banco de leite. Ao sugar, o bebê recebe o alimento
 através da sonda, ao mesmo tempo que estimula a mama. A sucção induz a 
hipófise, glândula localizada no cérebro, a comandar a produção dos hormônios 
prolactina (responsável pela produção de leite) e ocitocina 
(responsável pela ejeção). O interessante é que o bebê não desiste de sugar 
porque tem o leite como motivação, para saciar suas necessidades, ainda 
que não seja, integralmente, proveniente de sua mãe.

À medida que a produção materna aumenta, menos complemento é oferecido, 
através da sonda. O processo todo dura de 15 a 45 dias e depende de uma 
série de fatores como a idade do bebê, o intervalo entre o desmame ou parto 
e o momento da relactação, a rede de apoio com que a mulher conta, o 
acompanhamento profissional, a correta estimulação das mamas - que 
deve acontecer, impreterivelmente, a cada duas horas, totalizando 12 vezes 
em 24 horas - e, principalmente, a motivação da mãe, já que esse é um 
processo que demanda tempo e energia não só dela como de toda a família. 
É preciso, também, que os parentes ajudem a mulher, com os afazeres 
domésticos, para que ela esteja disponível para relactar.

6. A relactação é possível em bebês de qualquer idade?
Sim. Um estudo científico australiano mostra que mães de bebês com 
mais de 12 meses relactaram. É preciso ressaltar que uma das principais 
dificuldades do processo é fazer com que o bebê aceite a mama da mãe. 
Quanto mais velho ele for, mais difícil fica. Quanto mais novo, mais fácil será.

7. Para garantir o sucesso da relactação, é preciso fazer uso de medicamentos?
Não, necessariamente. Realizei uma pesquisa científica para conhecer 
o número de mulheres que necessitaram de auxílio de estimulantes 
(chamados de galactogogos), durante o processo de relactação. Os estudos 
selecionados relataram os métodos utilizados para estimular a produção de 
leite humano, além de outros aspectos, como: idade da criança, intervalo entre 
o parto ou o desmame e a relactação, necessidade de galactogogos.

Dentre nove artigos avaliados, com um total de 1119 mulheres participantes, 
quatro fizeram uso do medicamento. A maioria das mulheres não necessitou
 dele para relactar, mesmo as mães de crianças mais velhas e com maior
 intervalo entre o desmame e a re-amamentação. Esse estudo será 
apresentado, na íntegra, no Congresso Internacional da Escola de Enfermagem 
de Coimbra, em Portugal, no mês de setembro de 2011.

8. Quando a relactação é inviável?
Quando o bebê se recusa a mamar, quando a mãe tem uma 
deficiência orgânica importante como, por exemplo, cirurgia que 
implique em grande retirada de tecido mamário, e quando a motivação 
não é suficiente para enfrentar as dificuldades do processo. Os outros fatores 
que interferem no sucesso da relactação podem ter seus impactos minimizados, 
se a mamãe realmente deseja amamentar.

9. Qual o conselho para as mulheres que querem voltar a amamentar?
Que sigam seus corações. A amamentação tem um significado único para 
cada mulher e, se você deseja voltar a produzir leite para o seu bebê - mesmo 
que não seja biológico -, motive-se e procure ajuda para iniciar o procedimento. 

Amamentar, assim, é possível e já acompanhei muitas 
histórias de sucesso. 
Cerca de 88% das mulheres que tentam conseguem produzir leite para 
amamentar, exclusivamente, um bebê.

O leite materno é um alimento completo e tem mais de 200 componentes 
impossíveis de se copiar industrialmente, e que trabalham para proteger a 
saúde de seu bebê. Por experiência, posso dizer que é emocionante acompanhar 
mulheres que desejam amamentar e iniciam o processo de relactação. É emocionante
ver a primeira gota de leite sair. É emocionante ver a alegria da mãe quando 
retiramos a sonda e deixamos o bebê mamar naturalmente, quando já há uma boa produção de leite materno. 
Essa é uma das mágicas do corpo humano.
Fonte: Bebê.com

terça-feira, 10 de maio de 2011

Mamaço

Uma mãe foi proibida de amamentar seu filho no Itaú Cultural, "mal entendido" ou não este ato motivou um movimento pró amamentação que acontecerá no próximo dia 12 das 14:30h ás 17:00h no Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149 - estação Brigadeiro do Metrô).
É bastante positivo ver que as mães estão cada dia mais conscientes de seus direitos, esse tipo de manifestação enfatiza a importância da amamentação.

Veja abaixo matéria completa:
Um grupo de mães organiza pelo Facebook um "mamaço" no Itaú Cultural da Avenida Paulista. Em março, uma mulher foi impedida de amamentar seu bebê em uma exposição no local. "Estava com meus dois filhos, um de dois anos e outro de dois meses. O menor acordou, pediu para mamar. Enquanto amamentava, rapidamente uma monitora me alertou que era proibido dar de mamar naquele espaço", disse a antropóloga Marina Barão, de 29 anos. "Reagi com espanto. Sem graça, a funcionária me levou à enfermaria dos bombeiros para que amamentasse lá", acrescenta.
Segundo Marina, a monitoria afirmou que os funcionários haviam sido orientados a não permitir que mães amamentassem na exposição, apenas na enfermaria. "Ela disse que era ordem superior. Fui pega desprevenida, falei que aquilo era contra os direitos da criança, mas ela pediu que a acompanhasse, senão chamaria um segurança."
Enquanto tentavam localizar a chefe dos bombeiros para abrir a enfermaria, a criança chorava. "Demorou uns 10 minutos. Não podia mais esperar, acabei amamentando meu filho na escada. A monitora então ficou olhando para os lados, preocupada se alguém visse", disse a mãe.
De acordo com a antropóloga, depois que a mobilização na internet começou, o Itaú Cultural enviou desculpas ao grupo. Ela afirmou ter aceito a retratação, mas o protesto - marcado para o dia 12 - será mantido. "Acho bacana as desculpas, nossa intenção não é guerra. Mas vamos fazer o ato pela importância da amamentação materna, para que isso não seja um ato mal visto socialmente", completa.
O Itaú Cultural reconhece que houve um "erro de orientação". "Dizemos aos monitores que as pessoas não podem se alimentar no espaço das exposições. Neste caso, o funcionário pôs a regra em prática. Foi uma orientação imprecisa", disse o diretor da entidade, Eduardo Saron. "Além de pedir desculpas às mães no Facebook, chamei nossa equipe e rediscutimos as medidas de atendimento ao público. Tomamos como aprendizado."
Saron afirma que se o "mamaço" se concretizar, o Itaú Cultural vai "abraçar o ato". "Vejo a mobilização com bons olhos. Se as mães forem, vamos preparar uma programação especial, dizer que somos abertos a todos."
Fonte: Estadão

Maria Elisangela

sábado, 29 de janeiro de 2011

Amamentação exclusiva até os seis meses?

Durante este mês li muitas reportagem sobre um estudo realizado por cientistas britânicos que  questiona a amamentação exclusiva até os seis meses, os cientistas afirmam que a alimentação exclusiva aumenta o risco de alergias alimentares e deficiência de ferro.
Esta publicação causou muita inquietação, porém, não podemos esquecer que a ciência não é estanque, está aí para ser questionada, não é uma verdade absoluta e não deve ser...e por isso é ciência. O tempo todo surgem afirmações dos mais diversos temas e que muitas vezes nos deixam um tanto confusos...hora não podemos comer ovos...logo surge um novo estudo dizendo: comam ovos!!
Busquei a opinião da Sociedade Brasileira de Pediatria no site SBP mas não obtive informações a respeito deste estudo.
Alguns sites publicaram que a OMS reafirmou a importância do aleitamento até os 6 meses,  e que as instituições britânicas Royal College of Paediatrics and Child Health (ordem dos pediatras), o Royal College of Midwives (associação das parteiras) criticaram a forma como o estudo foi publicado dizendo que há outros interesses envolvidos e não a saúde das crianças.
Que o bom senso prevaleça!


Maria Elisangela

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Dificuldades na Amamentação

Muitas vezes a maternidade bem como a amamentação são divulgadas de forma mágica, destaca-se as vivências positivas, as alegrias e os bons sentimentos que só uma mãe sabe descrever, mas infelizmente as dificuldades quase não são comentadas, a mulher vivencia suas frustrações, medos e inseguranças sozinha, sem saber como compartilhar algo que lhe parece estranho: Como pode uma mãe estar frustrada, cansada e angustiada por não conseguir amamentar? Como uma mãe pode estar deprimida? Como pode uma mãe não dar conta?

Percebo uma falta de abertura para que a mulher possa falar de suas fragilidades e limites, a cobrança normalmente vem da família e sociedade, e a mãe que está fragilizada não vê onde se apoiar.

Tenho a impressão de que há uma imagem romântica sobre a maternidade e mais especificamente com relação a amamentação.

Hoje fiquei surpresa ao me deparar com o depoimento de Adriane Galisteu na capa de uma revista, ela falou de forma muito aberta de sua dificuldade “Entrei em pânico com a amamentação” .

A entrevista expôs sua experiência de forma real, ressaltando a beleza da maternidade, mas sem esconder suas dificuldades, falou sobre limites, frustrações... que muitas vezes é preciso persistir, que o sofrimento às vezes acontece sim, mas que o sucesso veio a partir da insistência e vontade de amamentar. Galisteu demonstrou coragem em abordar o tema desta forma.

Acredito que a mulher da atualidade se depare com situações que suas mães e avós não vivenciaram, talvez por isso  há casos de incompreensão. No passado as mulheres viviam mais próximas, eram mãe, filha, sogra, irmãs mais participativas no nascimento de uma criança, havia uma rede de apoio e a mulher participava de cuidados de outras crianças desde muito cedo, hoje acontece que muitas mães nunca pegaram um bebê no colo e o seu filho é o primeiro...as irmãs, mãe, sogra, primas nem sempre estão disponíveis ou porque nem tem tempo para seus próprios filhos, ou moram todos longe, são as características da vida moderna.

As campanhas sobre aleitamento materno são de extrema importância, porem devem abordar não só a importância do leite materno mas as dificuldades que podem surgir e como a mulher deve proceder. É importante que a mãe seja orientada não só durante a gestação, mas que tenha a possibilidade de recorrer a ajuda profissional quando algo não vai bem, a orientação deve ser rápida para que esta não desista e persista se o seu desejo é amamentar seu filho.

Maria Elisangela 

domingo, 1 de agosto de 2010

Semana Mundial de Aleitamento Materno

 Começa hoje a Semana Mundial de Aleitamento Materno (de 1 a 7 de agosto), idealizada pelo WABA (Word Alliance for Breastfeeding Action) com o objetivo de facilitar e fortalecer a mobilização social em prol da amamentação.
A SMAM é comemorada em cerca de 150 países e o slogan da Campanha de 2010 é “Amamente. Dê ao seu filho o que há de melhor! Amamentar é mais do que alimentar a criança, é um importante passo para uma vida saudável.”
Apesar das campanhas de incentivo, muitas mães ainda tem dúvidas com relação a amamentação, esta é uma fase bastante delicada e quando não há apoio e esclarecimentos na intenção de incentivá-la, esta pode não conseguir dar continuidade.
É comum ouvirmos dúvidas do tipo “Será que meu leite é fraco? Será que devo dar outros alimentos para o bebê?”
De forma geral, não há leite fraco, 95% das mulheres produzem o leite adequado para a alimentação de seu bebê e com todos os nutrientes que ele necessita. Apesar de o pediatra reforçar a importância da amamentação até no mínimo 6 meses, muitas mulheres se sentem inseguras, e alguns mitos como este do leite fraco e da quantidade insuficiente de leite são reforçados por outras mulheres .
A Semana de Aleitamento Materno é uma campanha de grande importância para a sociedade e a nossa forma de ajudar é divulgando-a e sempre que possível incentivar o aleitamento em nosso meio.

Maria Elisangela

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Licença Maternidade de 6 meses


Quando o assunto é licença maternidade é possível notarmos que há diferenças consideráveis de um país para outro, esta pode variar de 2 a 16 meses dependendo do país. Na Suécia, a licença varia de 12 a 16 meses, e não é a toa que é um país que aponta em pesquisas altos índices de qualidade de vida para a população.
Sabe-se que durante os primeiros meses de vida é bastante positivo para o desenvolvimento do bebê a presença de sua mãe e para ela a tranquilidade de estar com seu bebê, a lincença prolongada além de favorecer o vínculo da dupla, contribui diretamente para a continuidade da amamentação, uma vez que é recomendação do Mistério da Saúde  que a mãe amamente seu bebê por no mínimo seis meses.
Chega a ser contraditória a recomendação de 6 meses de alimentação exclusiva com o leite materno uma vez que esta mãe precisa voltar a trabalhar em 4 meses...existem alternativas? Talvez, mas essas não contribuem e nem facilitam para a mãe que já enfrenta grande dificuldade em deixar seu filho para voltar ao trabalho.
Na ultima quarta-feira o senado aprovou a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que amplia a lincença maternidade que hoje é de 4 meses para 6 meses em empresas públicas e privadas.
Podemos considerar que este foi um grande passo, uma vez que é tão evidente que os quatro meses oferecidos a mãe não são o suficiente.
A emenda foi aprovada em primeira instância com 54 votos e terá a segunda votação em agosto.
Vamos torcer, pois sem dúvida será uma grande conquista !
Segue abaixo tabela que indica qual é o período de licença em alguns países do mundo:

País                        Licença-maternidade



Alemanha                     3 meses e meio

Argentina                     3 meses

Bélgica                         4 meses

Bolívia                         4 meses

Brasil                           4 meses

Canadá                       4 meses e meio

Dinamarca                 4 meses e meio

Estados Unidos          3 meses

Índia                           4 meses

Inglaterra                   de 4 a 5 meses

Itália                          5 meses

Portugal                    3 meses e meio

Suécia                       de 12 a 16 meses
                                                                                                           
Maria Elisangela
Fonte: Crescer e Estadão


domingo, 31 de janeiro de 2010

Cartilha "Celebrando a Vida"

A cartilha "Celebrando a Vida" é resultado de uma pesquisa de mestrado da enfermeira obstetra Luciana Magnoni Reberte com orientação da professora Luiza Akiko Komura Hoga da Escola de Enfermagem da USP.
A cartilha educativa foi desenvolvida com o cuidado de passar as informações que são basicamente necessárias para gestantes de forma clara e objetiva, com uma linguagem bastante simples e acessível. As informações vão desde assuntos relacionados ao pré-natal , como as mudanças que ocorrem no corpo da mulher até o pós parto - amamentação, cuidados com o corpo e com o recém-nascido, com dicas muito interessantes e endereços para a realização das atividades recomendadas na rede pública de saúde.
Este trabalho ganhou o prêmio de primeiro lugar de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS em 2009 na categoria mestrado.
É muito animador ver um trabalho tão sério como este ser valorizado, um apoio básico e fundamental para as mulheres que estão atravessando uma fase tão importante de suas vidas.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Sabor de alimento passa para o leite materno


Uma pesquisa realizada na Universidade de Copenhague mostrou que o sabor dos alimentos ingeridos pela mãe durante o período de amamentação passa para o leite materno em poucos minutos.
Segundo a pesquisa, há variação de tempo na permanência do sabor, enquanto o sabor da banana pode ficar por 1 hora, o gosto do mentol dura até 8 horas.
A variação de sabores durante este período pode ser positiva, uma vez que prepara o bebê para  ingerir alimentos sólidos e isso pode facilitar sua aceitação a alimentos variados.

veja matéria completa

sábado, 22 de agosto de 2009

Amamentar pode "alinhar" cérebro da mãe com o do bebê


Uma pesquisa realizada na Universidade de Yale pela pesquisadora Pilyoung Kim e seus colegas do Centro de Estudos da Criança mostra indícios de que o cérebro da mãe que amamenta é especialmente receptivo aos sinais da criança o que pode influenciar na criação de laços afetivos.

Veja aqui o artigo completo.
Fonte: site Revista Mente e Cérebro

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Amamentação


Todo ano o Senac promove a Semana da Amamentação com uma série de eventos por todo o Brasil, neste ano está acontecendo durante o mês de Agosto.
Eles disponibilizam uma cartilha muito interessante sobre Amamentação e Alimentação Complementar, esclarecendo dúvidas comuns entre as gestantes. Clique na cartilha ao lado para vê-la.