terça-feira, 13 de março de 2012

Mães de primeira viagem

Segue abaixo artigo que escrevi para os sites Mammy to be e Papo de Mãe sobre o tema "Mães de primeira viagem":


Uma viagem diferente...

   O momento é único e reserva muitas surpresas... A maternidade pode proporcionar grandes descobertas e transformações, que iniciam na gestação e seguem durante todo o desenvolvimento da criança.
     E como tudo o que é novo, traz consigo inseguranças, medos e dúvidas. E quando falamos das mamães de primeira viagem, as dúvidas são ainda maiores, pois tudo o que vivenciam é novo e os sentimentos são os mais variados.
     No início da gestação as dúvidas mais frequentes estão relacionadas aos cuidados que a futura mamãe deve ter para que sua gestação siga tranquila e com o bebê se desenvolvendo de forma saudável.  As dúvidas mais comuns são sobre a alimentação, se podem pintar ou alisar os cabelos, se as relações sexuais prejudicam o bebê e qual a melhor atividade física.
      Com o passar do tempo e a aproximação do parto as inseguranças e dúvidas ficam mais direcionadas ao parto e cuidados com o bebê, como amamentação, sono do bebê, banho, cólicas...o foco agora é a chegada do bebê, e é muito comum ouvir as gestantes se questionando se conseguirão dar conta de toda a demanda que está por vir.
     Algumas ações podem contribuir para que as futuras mamães se sintam  mais tranquilas e seguras durante a gestação e  após a chegada do bebê, seguem abaixo algumas delas:
·   A confiança no médico que realizará o parto e a escolha de um pediatra antes do nascimento do bebê ajuda a deixar os futuros pais mais tranquilos, pois as dúvidas podem ser esclarecidas no decorrer da gestação, e no pós-parto o casal já sabe a quem recorrer em um momento de maior dificuldade;
·         Participar de grupos de gestantes ou casais grávidos é bastante positivo, pois a troca de experiências tendem a ser muito ricas. O casal percebe que não são os únicos a vivenciar determinas experiências e podem se sentir mais seguros e tranquilos ao perceberem que seus sentimentos são naturais nesta fase em que estão vivendo;
·     Sabemos que não há uma receita pronta, cada bebê tem sua forma de vir ao mundo, e somente aos poucos, com o passar dos dias, é que a dupla mãe-bebê se conhece. A nova mãe se apropria de sua maternidade à medida que esta relação é construída e fortalecida, só assim  ela é capaz de perceber  o que funciona ou não naquela relação.
*Maria Elisangela Nunes Carneiro é Psicóloga – CRP 06/98989. Atende em consultório particular gestantes, adultos, crianças e orientação a pais.  Participou como especialista convidada do Programa Papo de Mãe sobre Mães de Primeira Viagem, exibido em 11.03.2012. Site:  www.maternarvida.com.brEmail: mariaelisangela@maternarvida.com.br

sexta-feira, 9 de março de 2012

Mães de primeira viagem

Neste domingo, dia 11.03 o Programa Papo de Mãe traz o tema "Mães de Primeira Viagem" que vai ao ar às 19h na TV Brasil.
Foi muito bacana participar da gravação deste programa, foi um bate papo muito rico sobre um tema que traz grandes inseguranças e medos entre as mulheres que vivenciam esta fase, no programa as mamães e futuras mamães tiram suas dúvidas com os especialistas e compartilham suas experiências, vale a pena conferir!!


Maria Elisangela



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Como ficam os outros filhos?


Vejam artigo que escrevi para o site da Mammy to Be sobre a chegada de mais um filho na família:

As crianças da família grávida precisam de atenção especial nesta fase, precisam ser ouvidas e acolhidas nos momentos em que manifestar que estão inseguras de perder seu lugar no coração dos pais.
A criança pode vivenciar os mais variados sentimentos nesta fase como curiosidade, raiva, medo de perder o amor dos pais, contentamento, ciúmes, principalmente se é filho único. Nesta situação, a criança tende a fantasiar e muitas dúvidas podem surgir: será que continuará sendo amada após a chegada do irmãozinho? Se a amam tanto, porque querem outro filho? Será que vão abandoná-la?
Clique aqui para ler o artigo completo.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Somos 7 Bilhões - mas cada gravidez e parto continuam sendo únicos

Agora somos 7 bilhões de habitantes no nosso planeta, e a revista Crescer aproveitou o "marco" para fazer uma matéria bastante interessante sobre nascimentos pelo mundo, falou sobre as diferenças culturais com relação a partos, amamentação e até furo na orelha do bebê. 
Veja parte da reportagem abaixo e reportagem na íntegra aqui.


Cíntia Marcucci. Ilustrações Ni 
Foi no dia 31 de outubro de 2011 que a ONU (Organização das Nações Unidas) anunciou que havíamos atingido o número de 7 bilhões de pessoas na Terra. E começou então uma concorrência entre vários países para saber onde havia nascido o bebê símbolo desse marco histórico. Seria Danica, menina de Manila, das Filipinas? Ou Piotr, menino russo, de Kaliningrado? Sem uma definição oficial da entidade, como houve em 1987 e em 1999, ao atingirmos 5 bilhões e 6 bilhões, alguns países acabaram por ter o seu próprio representante da data.
Mas o que muda se esse bebê é russo, filipino, ou se nasceu na África, na América do Sul ou na Europa? No sentimento de cada mãe e pai, pouca coisa. Afinal, a chegada de um filho é motivo de orgulho, de alegria e de emoção, seja no idioma e na cultura que for. Já em termos culturais, o endereço, ou melhor, a latitude e a longitude, fazem toda a diferença. Então, vamos chamar esse tal bebê simplesmente de Bebê. Se ele for brasileiro, por exemplo, muito provavelmente nasceu por meio de uma cirurgia cesariana. O Brasil é o país com maior taxa de partos cesáreos no mundo, com um índice que chega a 52% do total de nascimentos (de acordo com reportagem publicada em 20 de novembro pelo jornal Folha de S.Paulo, usando informações da Datasus). Quando se fala apenas da rede particular, chega a 84,5% – dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), de 2008.
Fosse Bebê uma menina brasileira, ninguém estranharia se as orelhas tivessem brincos. Já na Inglaterra, isso nem passa pela cabeça da maioria dos pais. Bebê podia até receber olhares tortos na rua. “Os ingleses acham que furar as orelhas é um tipo de mutilação e as meninas só fazem isso depois de mais crescidas. Além do mais, bebês com orelhas furadas são mais comuns nas classes sociais menos favorecidas”, contou a espanhola Rebeca Julio, mãe de Adrián, 1 ano e 5 meses, que vive e teve seu filho em Londres.
México e Itália têm 40% de taxa de cesáreas. Já na Noruega é de 16% e na Bolívia, 19%, segundo o Unicef. A Organização Mundial de Saúde recomenda entre 10% e 15% o número de partos cirúrgicos

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Feliz Natal !! Feliz 2012 !!!

Nós do Maternar Vida desejamos que você tenha um Natal repleto de muita luz e harmonia e que o nascimento do Novo Ano venha cheio de muita alegria, saúde, paz e amor!!


                             Feliz Natal!!        Feliz 2012!!!!! 

sábado, 17 de dezembro de 2011

Programa Papo de Mãe

No dia 8 de Dezembro, participei da gravação do Programa Papo de Mãe, onde falamos sobre o tema "Mães de Primeira Viagem".
Foram citadas as dúvidas mais comuns entre as mamães e futuras mamães após a chegada do bebê como amamentação, cuidados com o bebê, participação do pai entre outras. A  Dra. Jane Schucman que é pediatra também estava presente . O Programa vai ao ar em março/2012. 
Este é um espaço importante para a discussão de temas relacionados a maternidade.
O Programa Papo de Mãe vai ao ar todo domingo às 19h na TV Brasil.
Eu recomendo!

Maria Elisangela

sábado, 19 de novembro de 2011

Roda de Conversa com Mães - Ser Pai e Ser Mãe

No próximo dia 22.11 às 15h teremos mais uma Roda de Conversa com Mães no Aprontando Uma Desenvolver Brincando.
Veja abaixo um breve artigo sobre o assunto que será abordado:


Ser Pai e Ser Mãe

Até pouco tempo o pai ocupava um papel pouco participativo nas famílias, atribuía-se a ele a ocupação com o trabalho e o papel de provedor financeiro, restando a mulher a responsabilidade de cuidar da casa e educar os filhos. O tempo passou, e muitas transformações aconteceram (econômica, social e de costumes), mas ainda vivemos resíduos culturais desta época em que as tarefas eram divididas desta forma.
Muitos pais ainda não se apropriam de uma paternidade mais afetiva, evitando participar de forma mais próxima do crescimento de seus filhos, assim como ainda há muitas mães que não conseguem dividir as tarefas com o companheiro, muitas vezes por culpa, mesmo trabalhando fora, ou por achar que o dever de educar os filhos é somente seu já que o marido é o provedor financeiro.
Há situações em que a dinâmica familiar não satisfaz o casal e não contribui de forma positiva para o desenvolvimento saudável da criança,  isso acontece quando falta um espaço para expor as opiniões, desejos e insatisfações de cada um, desta forma os conflitos tendem a aparecer com maior freqüência.
Com a grande variedade de configurações familiares que presenciamos na atualidade, não cabe mais um único modelo familiar, e sim pensar o modelo mais adequado para cada família, possibilitando que pai e mãe transitem no papel que se faz necessário a cada momento.
Hoje nos deparamos com as mais variadas situações no ambiente familiar: mães que trabalham e os pais ficam em casa cuidando dos filhos, mães que criam seus filhos sozinhas, pais que criam seus filhos sozinhos, guarda compartilhada, lares com mãe e mãe ou pai e pai, são tantas as variáveis que nos forçam a pensar de forma mais flexível, prezando pelo funcionamento saudável da família, com um leque maior de possibilidades e novos arranjos.

Maria Elisangela Nunes Carneiro é Psicóloga – CRP 06/98989, com formação em Psicologia da Maternidade, Psicologia Perinatal e Aleitamento Materno. Atende em consultório particular adultos, crianças, gestantes e vínculo mãe-bebê-família. Participa de palestras e cursos voltados ao tema Maternidade e Vínculo Pais-Bebê.